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Empresas de Castelo de Paiva destruídas por incêndio ainda sem instalações

Empresas de Castelo de Paiva destruídas por incêndio ainda sem instalações

Empresários de Castelo de Paiva queixam-se de falta de apoios. Ministério adianta que espaço provisório fica pronto neste mês.

Um ano depois do incêndio que destruiu a quase totalidade do Centro de Apoio à Criação de Empresas do Vale do Sousa e Baixo Tâmega, em Castelo de Paiva, desalojando oito empresas com mais de 400 funcionários, quase todas as promessas continuam por cumprir. As instalações provisórias ainda não estão prontas e há quem não tenha recebido quaisquer apoios e isenções da Segurança Social, denunciam empresários. O Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social nega e avança que o espaço alternativo fica pronto neste mês.

Revolta. É isso que sentem Cátia Rodrigues e Maria do Céu Gomes, que viram as empresas, da área do corte e costura de calçado, reduzidas a cinzas a 13 de julho do ano passado. A primeira procurou instalações em Penafiel para manter a laboração, a segunda está à espera de fechar atividade, porque não conseguiu continuar sem ajudas. Ambas dizem que os apoios prometidos nunca chegaram.

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