Protesto

Trabalhadores dos Casinos Solverde exigem aumento de 90 euros

Trabalhadores dos Casinos Solverde exigem aumento de 90 euros

Os trabalhadores dos Casinos Solverde exigem aumentos salariais de 90 euros e a reposição dos salários a 100% no período de lay-off. Estas exigências serão alvo de uma ação de protesto que se irá realizar, na tarde desta quinta-feira, em frente ao Casino, em Espinho.

António Baião, do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Centro, explica que, apesar das propostas endereçadas à administração da Solverde, "tem havido uma ausência de respostas que melhorem as condições de trabalho".

Lembra que foram já alcançados "acordos de empresa" com os casinos da "Póvoa, Lisboa e Figueira da Foz", "mas continuam de fora os casinos do Grupo Solverde".

"Todos os anos tentamos levar a efeito um processo de negociação, mas há seis anos que a Solverde não se senta à mesa das negociações". "Fizemos uma proposta de aumento salarial de 90 euros, mas não houve resposta", lamentou.

António Baião refere que é, ainda, revindicado o pagamento dos ordenados a 100% relativo ao período de lay-off. "Os casinos no pico da pandemia tiveram receitas através das apostas online superiores ao período em que estavam abertos". "Deviam por isso repor o ordenado a 100%, porque há trabalhadores que ficaram em situação económica muito difícil".

Explicou que para além do ordenado, os trabalhadores do casino ficaram, ainda, sem uma parte significativa de rendimento relacionada com as gorjetas.

Contactada pelo JN, a administração do Casino Solverde remeteu possíveis esclarecimentos para posição futura.

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