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Entre Douro e Vouga

Hospital S. Miguel vai ter unidade de geriatria

Hospital S. Miguel vai ter unidade de geriatria

Novo serviço é a concretização de um "sonho" e deverá estar em funcionamento no final do ano.

O Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga deverá contar, até ao final do ano, com uma unidade especializada de geriatria. O novo serviço vai ficar instalado no hospital S. Miguel, em Oliveira de Azeméis e poderá ser "a maior unidade geriátrica do país".

O "sonho" de uma unidade de geriatria, como definiu o atual diretor do serviço de medicina interna do Centro Hospitalar de Entre Douro e Vouga (CHEDV), Luís Andrade, deverá ser concretizado até ao final do corrente ano.
O clínico lembrou, à margem da cerimónia de entrega de um novo ecógrafo à unidade, que o Hospital S. Miguel tem 40 camas de medicina interna que podem ser disponibilizadas para este tipo de assistência especializada que seria "provavelmente a maior unidade de geriatria do país, com internamento e diferenciação".

O clínico referiu que, além destas camas, há "jovens médicos motivados" e que o processo está já a ser debatido internamente. A nova unidade deverá ver atribuída uma equipa médica permanente, para servir toda a região do Entre Douro e Vouga, refletindo-se, ainda, num maior acompanhamento nas consultas/ ambulatório.
O presidente do conselho de administração do CHEDV, Miguel Paiva, referiu que o primeiro passo foi já dado com a escola do diretor de serviço de medicina interna "com esta visão", seguindo-se a articulação dos serviços e a respetiva calendarização com vista à implementação da nova unidade.

Questionado pelo presidente da Câmara Municipal, Joaquim Jorge, sobre a data da entrada em funcionamento, referiu que, "depois de janeiro já será tarde", apontando a concretização até ao final do corrente ano.

Câmara apoiou compra de novo ecógrafo

O Hospital de S. Miguel conta com um novo ecógrafo, resultado de uma parceria com a Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis que comparticipou a aquisição do novo equipamento com 20 mil euros, dos 33 mil que custou. "Não podíamos deixar de apoiar, mesmo sabendo que a saúde não é uma competência direta das câmaras municipais", justificou o presidente da Câmara, Joaquim Jorge.

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