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"Pago mais de água do que de luz e gás juntos. E a água é um bem básico"

"Pago mais de água do que de luz e gás juntos. E a água é um bem básico"

Lúcia Dias recebeu, em março, uma fatura de 260 euros. É um dos exemplos mais gritantes do aumento do preço da água que entrou em vigor no mês passado, já durante a pandemia de Covid-19, em Oliveira de Azeméis.

Os munícipes criaram uma petição, que tem mais de duas mil assinaturas, exigindo água a um preço justo. A Autarquia culpa o contrato de concessão feito no passado. A Indaqua, concessionária, lembra que o tarifário foi aprovado pelo Município.

"Normalmente, pago à volta de 70 euros. Em março, recebi uma fatura de 260. E agora chegou uma de quase 100 euros". É um agregado de quatro pessoas e Lúcia não se resigna. "Ainda não paguei. Em dois meses, 360 euros? Quem é que aguenta? Principalmente nesta altura", diz. Foi uma das primeiras a assinar a petição lançada no Facebook, depois das faturas "exorbitantes" de março.

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