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Aprender português para voltar a ser "doutor"

Aprender português para voltar a ser "doutor"

Curso em Oliveira do Bairro ajuda venezuelanos com formação superior a retomar profissões.

"Como vou conseguir fazer um contrato se não souber escrever bem em português?". Este é um dos receios que levaram Katty Castellano, uma advogada venezuelana de 31 anos, a frequentar o primeiro curso de Português para migrantes promovido pela Câmara de Oliveira do Bairro.

No município, "cerca de 800 pessoas, ou seja, 3,1% da população, são migrantes", que precisam de ajuda para se integrarem, conta o presidente da Autarquia, Duarte Novo. Entre eles há "159 da Venezuela", que estão longe de dominar a língua de Camões.

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