Ovar

Direito de Resposta: Paróquia de Cortegaça ameaça José Malhoa com processo por "profanação"

JN

Foto Dr

Na sequência da notícia publicada no dia 11 de Agosto de 2022, pelo Jornal de Notícias, José Malhoa vem, ao abrigo do artigo 24º da Lei de Imprensa, solicitar a publicação do seguinte direito de resposta, com igual destaque de primeira página na edição impressa e tão rapidamente quanto possível, assim como na edição online do Jornal de Notícias:

Em primeira linha, importa referir que, José Malhoa, artista com cinquenta anos de carreira sempre pautou, quer a nível profissional, quer a nível pessoal, pelo profundo respeito e cordialidade para com a Igreja Católica, bem como para todos os seus fiéis.

Assim, importa esclarecer que, a empresa responsável pela produção e realização do clipe musical, a Editora Vidisco, cumprindo escrupulosamente os trâmites legais, requereu autorização junto da Câmara Municipal de Ovar a realização das filmagens do clipe musical no jardim que se localiza em frente a Igreja Paroquial de Santa Marinha de Cortegaça, nos passadiços da Barrinha e junto à praia de Barrinha, ao qual foi concedido por despacho do Senhor Vereador com competências delegadas, Dr. Domingos Silva, datado de 12/07/2022.

Na data agendada, as gravações iniciaram com a normalidade prevista.

Na verdade, as imagens que foram realizadas no interior da Igreja Paroquial de Santa Marinha de Cortegaça foi proposta pelo Secretário Adjunto da Junta de Freguesia de São Vicente, que veio dizer que não havia qualquer obstáculo legal para que a mesma fosse feita.

Posto isto, as gravações cinematograficas realizadas dentro do átrio da igreja foram feitas à vista de todos e sem nenhuma objeção por qualquer responsável da mesma. A presente resposta pretende apenas ver a verdade reposta relativamente às imputações que lhes foram dirigidas. A sua defesa continuará a ser assegurada nos Tribunais, como é de Direito. Ao dispor para qualquer esclarecimento adicional, apresento os meus melhores cumprimentos.

José Malhoa

Nota da direção:

"O JN publica este direito de resposta em estrito cumprimento legal, não deixando de salientar que na notícia em causa se publicou a versão de todos os intervenientes, incluindo a que José Malhoa nos quis transmitir e a quem, evidentemente, e como é prática do nosso Jornal, se concedeu o contraditório."