Ensino

Divergências levam a demissões e pedidos de saída no Politécnico de Beja

Divergências levam a demissões e pedidos de saída no Politécnico de Beja

O Instituto Politécnico de Beja (IPBeja) está a viver um momento conturbado com um pedido de demissão de um Pró-presidente na Presidência e oito saídas das Direções das quatro escolas superiores da instituição.

O pedido de demissão e as saídas foram apresentados à presidente do IPBeja, Maria de Fátima Carvalho, na passada segunda-feira, existindo na altura a preocupação de passar este fim de semana alargado para durante a próxima semana os argumentos puderem ser dirimidos e levar a algumas alterações de posições.

O JN apurou, junto de fonte do Politécnico, que João Paulo Barros, Pró-presidente para a Transformação Digital e Inovação Pedagógica, pediu a demissão do cargo "por discordância com as decisões da presidente", o que se passará também com os oito dirigentes das Escolas Superiores Agrária, Educação, Enfermagem e Tecnologia e Gestão.

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Aldo Passarinho, Pró-presidente para a Imagem e Comunicação, confirmou que "há fricções que estão em apreciação sem decisão em concreta", acrescentando que é um caso de "insatisfação e coisas que têm que ser dirimidas", justificando que no caso dos diretores e subdiretores das escolas "não se podem demitir, porque são nomeados. Pode, pedir para sair e serão exonerados", rematou.

Maria de Fátima Carvalho tomou posse como presidente do IPBeja a 30 de novembro de 2021 e alguns meses depois viu um dos dois vice-presidentes, Rogério Ferrinho, pedir a demissão do cargo, por divergências com a líder da presidência, tendo sido substituído por Nuno Loureiro

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