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Simulacro de bomba em avião para testar emergência no aeroporto de Beja

Simulacro de bomba em avião para testar emergência no aeroporto de Beja

Um avião com cerca de oito dezenas de pessoas a bordo aterra de emergência na pista da Base Aérea 11, em Beja, sob ameaça de bomba.

Depois de estacionado no topo norte da placa do Terminal Civil de Beja (TCB), no mesmo local onde esteve estacionado o Airbus A380, a bomba explode, seguindo-se um incêndio.

A realização deste tipo de exercícios é obrigatório para efeitos para efeitos de manutenção do Certificado de Aeródromo, tem uma frequência mínima de dois anos, este é o quatro desde o início da atividade aeroportuária do TCB e é supervisionado pela Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC).

O exercício teve início às 14.48 horas e visa testar o Plano de Emergência do TCB, que tem como responsável pela ativação e coordenação, o comandante da Base Aérea 11, em conjunto com o diretor do Terminal Civil, através de um simulacro de emergência à escala total e que envolve diversas entidades no apoio aos sinistrados de um hipotético acidente aéreo, mobilizando várias centenas de operacionais e viaturas.

A Estrada Municipal 528-2, que liga a rotunda do IP8 à localidade de São Brissos, no concelho de Beja, de acesso ao aeroporto, foi encerrada ao trânsito civil, sendo este desviado pela localidade de Beringel, no mesmo concelho, para aceder a aldeias próximas da infraestrutura aeroportuária.

Entre os passageiros (figurantes) a bordo do avião, há perto de dezena e meia de feridos, que são transportados para o Serviço de Urgência do Hospital de Beja e 3 mortos, cujos corpos são levados para o Gabinete Médico-Legal, situada na mesma unidade hospitalar. Para uma maior celeridade no socorro foi criado um "corredor de emergência", entre o aeroporto e o hospital de Beja.

Para além dos serviços militares da BA11, nomeadamente bombeiros, e aeroportuários, forças de segurança e assistência, estão envolvidas as várias entidades externas do âmbito da Proteção Civil regional e municipal, corpos de Bombeiros, serviços de saúde pública e as autoridades civis e militares para uma rápida intervenção e resolução da situação.

O distrito de Beja estava sob aviso amarelo por causa da agitação marítima forte e o IPMA previa períodos de chuva ou aguaceiros e vento forte, intensos em algumas regiões do Alentejo. Três minutos antes das 14 horas, altura prevista para o início do exercício, caíram fortes aguaceiros, que terão retardado o simulacro.

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