Pandemia

Número de infetados com covid-19 em Moura sobe para 19

Número de infetados com covid-19 em Moura sobe para 19

Há três novos casos de covid-19 no concelho de Moura, sendo dois em Amareleja e um em Santo Aleixo da Restauração, elevando para 19 os casos ativos naquele município do distrito de Beja.

Amareleja continua a ser a freguesia que reúne mais preocupação no concelho mourense, onde desde o passado dia 6 de junho já foram detetados dez casos positivos de covid-19.

De acordo com informações avançadas esta quinta-feira de manhã pelo Serviço Municipal de Proteção Civil de Moura (SMPCM), "na sequência dos 43 testes à covid-19 realizados em Amareleja, foram confirmados pela Autoridade de Saúde Pública da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo/ULSBA) três novos casos positivos, sendo um residente na freguesia de Santo Aleixo da Restauração".

A mesma fonte acrescenta que o concelho conta com "19 casos ativos, sendo sete em Moura, 10 em Amareleja, um em Póvoa de São Miguel e um em Santo Aleixo da Restauração".

No Município de Moura, dos 19 casos positivos, há um internado. Por contactos diretos com casos confirmados, há 58 pessoas em vigilância ativa no domicílio, havendo a registar um total de 82 pessoas recuperadas.

No próximo domingo realiza-se a tradicional procissão em Honra de Nossa Senhora do Carmo, padroeira do concelho de Moura, mas rodeada de grandes medidas de segurança determinadas pela autarquia e serviço de Proteção Civil.

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Desde a saída até ao regresso à Igreja do Carmo, o andor vai percorrer quatro dezenas de artérias da cidade, sendo transportado numa viatura do Corpo dos Bombeiros. Os cidadãos não poderão acompanhar presencialmente o cortejo, que será transmitido através das redes sociais.

A realização das festividades em Honra de Nossa Senhora do Carmo levou os proprietários da Taberna dos Quarteis a encerrar o estabelecimento que labora em espaço autárquico entre sexta-feira e domingo, por preverem que "haverá uma maior procura por parte dos munícipes".

Pedro Correia e Vera Marques, donos do espaço, emitiram um comunicado na página de facebook onde justificam que "a possibilidade de aglomerados era real e a nossa consciência falou mais alto, decidimos que esta era a melhor solução perante o flagelo que assola no nosso concelho".

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