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115 anos depois, "A Brasileira" já não é só das elites

115 anos depois, "A Brasileira" já não é só das elites

Café no Centro Histórico de Braga resiste ao tempo e adapta-se aos gostos dos clientes, mas mantém mobiliário desde a abertura, em 1907.

"Antes, recebíamos os padres e os médicos. Agora, A Brasileira é o café do povo". Francisco Marques sabe bem do que fala. Há 34 anos que o bracarense domina a bandeja como empregado de mesa num dos mais antigos cafés da cidade. O estabelecimento no Largo Barão de São Martinho, em pleno Centro Histórico, está a comemorar 115 anos e já não é só das elites. É de todos os que querem entrar.

Elvira Pinheiro, uma das sócias do café, diz que "todos os quadrantes da sociedade" cabem no prédio de quatro andares e traça facilmente o perfil dos clientes, que recebem no dia a dia. "De manhã, vem um público com idade mais avançada. À tarde, temos as professoras reformadas, na casa dos 50 anos. À noite, vem a juventude", descreve a empresária, que gere A Brasileira com mais três irmãos.

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