Comércio

Braga quer regime excecional para centros comerciais de primeira geração

Braga quer regime excecional para centros comerciais de primeira geração

O Município de Braga pediu ao Governo que crie um regime excecional para os centros comerciais de primeira geração, seguindo os mesmos moldes preconizados para as lojas com mais de 400 m2.

Além disso, defendeu que os municípios tenham autonomia para decidir a reabertura de pequenos espaços comerciais.

"Não faz sentido que, em centros comerciais de menor dimensão, mesmo as lojas familiares, com uma área pequena, continuem fechadas", disse o seu presidente, Ricardo Rio, ao JN.

Em Braga há sete centros comerciais de primeira geração, no centro da cidade, que permanecem com a maioria das lojas fechadas: os centros da Avenida, dos Granjinhos, Lafayete, de Santa Cruz, da Cruz de Pedra, de Santa Bárbara e do Rechicho.

A estes acrescem vários outros em freguesias suburbanas.

"Tendo em conta a singularidade destes espaços e o facto de os mesmos serem predominantemente compostos por pequenas unidades comerciais, que não geram um volume de tráfego relevante, mas cuja atividade se revela essencial para a sustentabilidade de muitas famílias, deveria caber a cada Autarquia Local a decisão sobre o momento da reabertura destes estabelecimentos", sustenta o autarca.