Nogueira

Gastou dez euros e ganhou 500 mil: raspadinha milionária sai em Braga

Gastou dez euros e ganhou 500 mil: raspadinha milionária sai em Braga

Uma mulher ganhou, no sábado, 500 mil euros numa raspadinha "100 X", no valor de dez euros, na pastelaria "Sabor da Paixão", em Nogueira, Braga.

Segundo avança o jornal "O Minho", o prémio saiu a uma cliente habitual do espaço. "Ficámos sem ar. Ninguém estava à espera", reconheceu Ricardo Murta, dono da pastelaria.

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"Já demos muitos prémios elevados, de 10 e 20 mil euros, mas de meio milhão é a primeira vez", acrescentou, em declarações à mesma fonte.

Sorte inversa teve a apostadora de Barcelos que, apesar de há um ano ter ganho 500 mil euros numa raspadinha, não chegou a receber o dinheiro pelo facto de a funcionária do estabelecimento onde foi comprada a ter rasgado. O prémio foi registado nos serviços informáticos da Santa Casa, mas, mediante o sucedido, a instituição recusa-se a pagá-lo.

De acordo com a CNN, a apostadora comprou uma raspadinha "Milionário", no valor de 10 euros, no dia 7 de setembro de 2021, num quiosque localizado na Avenida Nun'Álvares Pereira, na cidade de Barcelos. Sem perceber se tinha ou não sido premiada, pediu à funcionária do quiosque que o verificasse, entregando-lhe a raspadinha. "Ela meteu-a na máquina e eu, de fora, ouvi a máquina a cantar 'grande prémio para levantar na Santa Casa'. A rapariga pôs as mãos à cabeça, disse 'o que é que eu fiz?' e começou a chorar. Rasgou-a", conta Maria Conceição.

A funcionária diz que, inicialmente, pensou que a raspadinha não tinha prémio e que a passou na máquina apenas por "descargo de consciência", mas que "o instinto foi rasgar logo". As autoridades foram chamadas ao local e foi feito um auto. "Eu disse à Polícia que fui eu a rasgar a raspadinha, não a cliente. Foi o instinto, um erro humano. Não danifiquei os códigos, nem o código de barras, não danificou nada. E a raspadinha deu entrada (no sistema da Santa Casa)", acrescentou.

O caso segue em tribunal, já que o júri de reclamações do departamento de jogos da Santa Casa da Misericórdia alega que os prémios são atribuídos desde que as raspadinhas sejam legíveis e não se encontem deterioradas, mutiladas ou alteradas.

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