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Homem viveu "momentos de terror" fechado no Minipreço

Homem viveu "momentos de terror" fechado no Minipreço

Ademar Lima, o homem de nacionalidade brasileira que ficou preso no Minipreço de S. Victor, em Braga, na passada sexta-feira, disse, ao JN, que intenção do vídeo foi alertar turistas, como ele, para a possibilidade de haver um período de almoço nos supermercados portugueses, "sem aviso".

"A minha intenção ao divulgar o vídeo não é apontar culpados e de certa forma puni-los por este lamentável episódio. Mas sim alertar as pessoas, principalmente turistas como eu, que tenham atenção para o fato de haver esse [período] de duas horas para o almoço. E que pode não haver qualquer aviso de voz ou alguém verificando a existência de clientes ainda presentes", explicou ao JN.

"É uma vergonha e uma falta de responsabilidade", afirmou o turista, de 62 anos, num vídeo de cerca de um minuto e meio, onde disse, também, que se sentiu "um bandido", aquando o toque do alarme da loja.

"Vivi momentos de terror dentro do supermercado, durante duas horas, com o alarme tocando a cada vez que eu me movimentava devido ao frio no seu interior", sublinhou, assegurando que ligou "para todos os telefones do supermercado e ninguém atendeu". O vídeo serviu, também, de "defesa", caso a polícia chegasse e suspeitasse que poderia ser "um ladrão".

O Minipreço já assumiu a responsabilidade peço sucedido, admitindo que vai abrir um inquérito interno para que "se corrijam e melhorem" os serviços. Entretanto, fonte da cadeia de supermercados refuta que o cliente tenha estado duas horas no interior da loja, já que o horário para almoço é de apenas uma hora e meia e os funcionários saíram do estabelecimento já depois do horário.

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A PSP e os Bombeiros locais não receberam qualquer registo da ocorrência.

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