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Lídia tem cancro mas é obrigada a manter emprego em lar

Lídia tem cancro mas é obrigada a manter emprego em lar

Lídia Pinto protestou em frente à Segurança Social de Braga. Pede prolongamento da baixa médica.

Uma mulher, com 54 anos, protestou, na manhã desta segunda-feira, à porta da Segurança Social de Braga, pela manutenção da baixa médica com vencimento, enquanto perdurarem os tratamentos contra um cancro da mama, que lhe foi diagnosticado no último ano. Lídia Pinto ameaça fazer greve de fome, se a Junta Médica continuar a não lhe reconhecer incapacidade para trabalhar como auxiliar num lar de idosos.

"Eu não quero que me reformem. Só quero baixa até eu estar apta para voltar ao meu serviço. Estou a fazer tratamento oral de quimioterapia e tenho muitas dores. Quero trabalhar, mas quando não me doer o peito", esclareceu Lídia Pinto, ao JN, adiantando que está desde fevereiro "com baixa sem vencimento", porque a Junta Médica diz que "[tem] que trabalhar".

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