Empresa KG Services

Trabalhadoras da limpeza da UMinho em greve reclamam pagamento do lay-off

Trabalhadoras da limpeza da UMinho em greve reclamam pagamento do lay-off

Um grupo de 14 trabalhadoras da limpeza da Universidade do Minho, ao serviço da empresa KG Services, está esta segunda-feira em greve, reclamando o pagamento dos salários relativos ao lay-off no período entre 22 de janeiro e 18 de abril.

Em declarações ao JN, Sónia Ribeiro, do CES-Minho- Sindicato dos Trabalhadores do Comércio e Serviços do Minho, disse que as funcionárias - que nada têm a ver em termos contratuais com a Universidade - pedem, também, a regularização de horas extras e de vencimentos.

No turno da manhã, as grevistas empunhavam cartazes dizendo "KG paga o que deves" e "Luta pelos nossos direitos".

A sindicalista explica que a KG Services diz que nada tem a pagar de lay-off, mas assinala que, "se a empresa não reuniu as condições para aceder ao regime de lay-off, terá de pagar o salário às funcionárias, não podendo estas ser prejudicadas".

O CESMinho acusa, ainda, a empresa de prestação de serviços de ter mandado, há dias, várias trabalhadoras de férias, sem lhes pagar o correspondente subsídio.

Lamenta, ainda, que, logo após o pré-aviso de greve, a KG tenha enveredado por um processo de ameaças às trabalhadoras, dizendo que seriam despedidas ou que não lhes renovariam o contrato.

Na Universidade trabalham cerca de 25 funcionárias da KG, que tem um contrato de serviços com a instituição.

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O JN contactou a direção dos Recursos Humanos da empresa, mas não obteve resposta.

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