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Guimarães: trabalhadores de têxtil vão receber ao fim de 26 anos

Guimarães: trabalhadores de têxtil vão receber ao fim de 26 anos

Fábrica de malhas de Guimarães faliu em 1995. Tribunal concluiu divisão de créditos esta semana e só há dinheiro para pagar um terço do valor devido.

Os trabalhadores da antiga fábrica Dextra já veem uma luz ao fundo do túnel para receberem os créditos relativos à insolvência da empresa de malhas da freguesia de Briteiros Santo Estêvão, em Guimarães, que faliu em 1995. Num conturbado e insólito processo de insolvência, foi preciso esperar 26 anos para o juízo do Comércio do Tribunal de Guimarães terminar o rateio dos créditos, o que aconteceu esta semana.

O tribunal contabilizou cerca de 1,3 milhões de euros em créditos devidos aos trabalhadores, sendo que estes apenas vão receber 453 mil euros, ou seja, 35% do valor a que tinham direito. Tal situação acontece porque a verba que resultou da liquidação de todos os ativos da Dextra, onde se incluem os 550 mil euros do edifício onde funcionava a fábrica, não chega para pagar a toda a gente que reclamou créditos.

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