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Há interessados em transformar a Coelima numa têxtil de saúde

Há interessados em transformar a Coelima numa têxtil de saúde

Governo e Câmara de Guimarães reuniram-se para intermediar negócio que pode viabilizar grupo empresarial com "bazuca" europeia.

A insolvência da Coelima pode, afinal, transformar a histórica fábrica de Guimarães num grande ativo do têxtil nacional ligado à fileira tecnológica e da saúde. Esta é, pelo menos, a intenção demonstrada pelas quatro empresas interessadas na compra da firma. Ontem, o presidente da Câmara de Guimarães, Domingos Bragança, reuniu-se com o ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, no sentido de encontrarem uma solução para a crise da emblemática fábrica têxtil que pediu insolvência no passado dia 14.

"Há adquirentes para a Coelima", revelou Domingos Bragança, ao JN. Como sempre, o segredo é a alma do negócio, mas já se sabe que os interessados na compra são quatro empresas de referência, das regiões de Moreira de Cónegos e de Pevidém, no concelho de Guimarães. Pretendem, segundo Domingos Bragança, "abrir espaço para uma grande oportunidade de viabilização destes ativos da Coelima".

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