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Já queimaram mais de 40 ecopontos em Guimarães

Já queimaram mais de 40 ecopontos em Guimarães

É um fenómeno criminoso que cresce desde dezembro. Os ecopontos de Guimarães e concelhos limítrofes são recorrentemente vandalizados com recurso a incêndios e os custos com o problema ascendem a dezenas de milhares de euros, uma vez que já foram queimados mais de 40 e cada "ilha" de três ecopontos custa, ao erário público, cerca de 1500 euros.

Todas as semanas há casos e a maioria dos incêndios consome três ecopontos de uma vez. Só desde dezembro, já se registaram incêndios nas freguesias de Azurém, Vila Nova de Sande, Conde e Creixomil. No entanto, é na freguesia de Urgezes que o crime é mais recorrente. Em quatro meses, os ecopontos dali já arderam pelo menos em cinco ocasiões, o que levou a Junta de Freguesia a reunir com a PSP para que sejam tomadas medidas de "reforço da vigilância".

Jorge Santos, morador em Urgezes, integra um grupo que faz vigias noturnas para apanhar os criminosos, mas até agora sem sucesso. "Temos vizinhos de sobreaviso e desconfiávamos de uma pessoa. Eu também cheguei a fazer madrugadas à espera, mas não apanhamos ninguém", relata ao JN.

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