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Novas ruas alteram trânsito em Guimarães

Novas ruas alteram trânsito em Guimarães

Alterações, a título experimental, visam eliminar atravessamento no centro urbano, nomeadamente para quem quer chegar ao Centro Cultural de Vila Flor ou ao parque de estacionamento de Camões.

Os arruamentos do loteamento de Cães de Pedra, entre a avenida de D. Afonso Henriques e a rua do Colégio Militar, em Guimarães, abrem esta terça-feira ao trânsito, modificando a forma de circular na cidade. De acordo com o Município, as alterações são introduzidas a título experimental "por forma a verificar a sua adequação".

A integração das novas ruas na rede viária da cidade será acompanhada por alterações dos sentidos de circulação na zona envolvente. O objetivo é eliminar o atravessamento na rua da Caldeiroa para chegar ao Centro Cultural Vila Flor e ao parque de estacionamento de Camões. As vias permitirão aceder, mais rapidamente, à rua do Mercado Municipal, a partir da zona alta da cidade.

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A rua do Colégio Militar passará a servir como saída rápida do centro urbano, evitando os constrangimentos que atualmente acontecem na avenida de D. João IV e na rua de Eduardo Manuel Almeida.

Segundo a Câmara, as mudanças visam também dissuadir o tráfego de atravessamento na avenida de D. Afonso Henriques, via que, no futuro, poderá ficar ligada a uma expansão do Centro Cultural Vila Flor ou uma zona de circulação 30.

O loteamento de Cães de Pedra, com 600 fogos, é a maior expansão da cidade nos últimos 20 anos. Começou em 2020 com o pedido para a instalação de um supermercado Mercadona, que abre portas no próximo dia 5, e de um projeto de habitação.

Num quarteirão anteriormente ocupado por grandes unidades industriais, o promotor suportou o encargo dos arruamentos e a Câmara ficou com a fábrica do Arquinho, avaliada em 1,5 milhões de euros, como compensação das taxas de urbanização.

O antigo edifício industrial deverá dar lugar a expansão do campus de Couros, da Universidade do Minho, para a instalação dos novos cursos de Engenharia Aeroespacial e Ciência de Dados e o Fibrenamics Instituto de Inovação em Materiais Fibrosos e Compósitos, da Universidade do Minho.

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