Incêndio

Fogo destrói fábrica na Póvoa de Lanhoso

Fogo destrói fábrica na Póvoa de Lanhoso

Um incêndio de grandes dimensões destruiu, esta sexta-feira à tarde, uma fábrica de solas de sapatos, numa zona industrial da Póvoa de Lanhoso.

As chamas lavraram num parque industrial da freguesia de Campo, naquele concelho do Minho.

No local estiveram vários elementos de corporações de bombeiros voluntários da região do Minho, designadamente Póvoa de Lanhoso, Taipas, Guimarães, Braga, Famalicão, Vizela, Amares e Riba de Ave.

Às 16.15 horas, o fogo já estava dominado, mas os constantes reacendimentos obrigaram os bombeiros a uma fase de rescaldo demorada. As solas reacendiam constantemente, no interior e exterior da fábrica, que impedia os bombeiros de desmobilizarem.

A situação ficou resolvida já perto das 18 horas com o apoio de uma máquina que dispersou os escombros de borracha e permitiu que os reacendimentos parassem.

"Uma parte da fábrica está destruída. A parte dos escritórios e serralharia ainda se conseguiu combater e extinguir o incêndio antes de lá chegar, mas de resto a parte do armazém está toda destruída", disse Rafael Silva, comandante dos Bombeiros das Taipas.

António Veloso, comandante dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, esteve na frente de combate, mas teve uma indisposição devido à inalação de fumo. Embora não seja grave, recebeu assistência hospitalar por precaução.

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O alerta foi dado às 14.42 horas para o corpo de Bombeiros da Póvoa de Lanhoso. Ao todo, estiveram no combate ao fogo 76 bombeiros em 32 viaturas. Entre os carros de combate estava a autoescada com plataforma dos Bombeiros das Taipas e as cisternas dos Bombeiros da Póvoa de Lanhoso, Taipas e Riba de Ave.

Avelino Silva, presidente da Câmara da Póvoa de Lanhoso, também está no local a acompanhar os trabalhos enquanto responsável pela Proteção Civil Municipal. "Segundo a informação do proprietário, a fábrica estava a laborar e emprega cerca de 40 trabalhadores", disse o autarca, ao JN.

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