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Autarca diz que 50 sapadores no Gerês não põem fim às mimosas

Autarca diz que 50 sapadores no Gerês não põem fim às mimosas

Terras de Bouro reclama duplicação de mão de obra. Invasoras ocupam encosta e afetam trilhos turísticos.

No último mês, mais de 30 organizações e 50 personalidades exigiram, numa carta aberta, ações concretas para controlar e erradicar as espécies invasoras que estão a ameaçar o Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG). O Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) respondeu que a contratação, em 2017, de 50 sapadores florestais está a garantir "o controlo dos novos núcleos" da praga, mas o autarca Manuel Tibo, de Terras de Bouro, onde o problema tem maior dimensão, diz que é preciso duplicar a mão de obra para pôr fim às mimosas que, além da biodiversidade, já afetam o turismo local.

"O ICNF tem feito muito investimento e tem estado presente. Mas claro que é preciso cada vez mais. Este trabalho de erradicação das invasoras seria para duas décadas e era preciso criar, no mínimo, 50 postos de trabalho", atesta o autarca, sublinhando que as equipas de sapadores florestais teriam de concentrar-se no vale do Gerês, em Terras de Bouro, onde a mancha de mimosas domina a paisagem.

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