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Queixa a arcebispo por maus-tratos cai em saco roto

Queixa a arcebispo por maus-tratos cai em saco roto

D. Jorge Ortiga recebeu denúncia de violência em convento em março de 2014. Principal suspeita foi afastada ano e meio depois, após buscas da PJ e notícias.

D. Jorge Ortiga, antigo arcebispo primaz de Braga, assumiu em tribunal que, em março de 2014, recebeu uma carta de uma antiga "noviça" do "convento" da Fraternidade Cristo Jovem, em Requião, a queixar-se dos maus-tratos sofridos na instituição. Após aquela data, o arcebispo continuou a receber informações sobre o problema, mas só por força de buscas policiais ali realizadas e das notícias que se seguiram, mais de um ano e meio depois, em novembro de 2015, é que a principal suspeita dos maus-tratos sairia da associação de fiéis, que se autodenominava convento.

A data da primeira denúncia foi assinalada por Jorge Ortiga, a semana passada, no julgamento onde o padre Joaquim Milheiro e as "freiras" Maria Arminda, Isabel e Joaquina respondem por escravidão de jovens "noviças" da instituição do concelho de Famalicão.

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