Investimento

Município de Bragança pondera ampliação de parque tecnológico e científico

Município de Bragança pondera ampliação de parque tecnológico e científico

Em quatro anos o Brigantia EcoPark - Parque de Ciência e Tecnologia de Bragança já tem uma taxa de ocupação superior a 60% e no local estão instaladas 34 empresas onde trabalham 192 pessoas, com uma média de idades de cerca de 30 anos.

O presidente da câmara, Hernâni Dias, admite que já se pondera a ampliação daquele parque de ciência e tecnologia que quando foi construído chegou a ser apontado como um novo elefante branco.

A ideia será executar a segunda fase que já estava prevista aquando do lançamento do projeto, que poderá passar pela construção de uma nova nave ou na extensão do espaço atual.

"O EcoPark está como uma boa dinâmica. Temos que ponderar o futuro para que não fiquemos limitados no acolhimento de empresas que pretendam instalar-se aqui em Bragança, pelo que o futuro pode passar pela sua ampliação, ou que seja a fase dois", explicou o presidente da câmara, Hernâni Dias, que adiantou que muitas empresas procuram o Brigantia para se instalar mas que há uma limitação de espaço.

"Está compartimentado em espaços relativamente pequenos, o que não permite o acolhimento de empresas com um número significativo de trabalhadores", explicou o autarca.

"Poderemos pensar na criação de uma estrutura mais versátil para poder ter essa possibilidade de acolher empresas maiores e com mais trabalhadores", não existindo, segundo Hernâni Dias, "a necessidade de replicar o modelo atual pois a parte de incubação de empresas acontecerá no espaço actual, bem como o acolhimento de empresas e os laboratórios".

O conceito eco é um dos requisitos para as empresas se instalarem naquele edifício, onde está instalada uma parte dos serviços da Secretaria de Estado da Valorização do Interior.