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Municípios vão abrir mais matadouros quando não há gado para abate

Municípios vão abrir mais matadouros quando não há gado para abate

Autarcas do distrito de Bragança não se entendem sobre necessidade de dois novos equipamentos em Mogadouro e Miranda do Douro. Criadores confirmam escassez.

Autarcas de quatro municípios com matadouros, no distrito de Bragança, não se entendem sobre a necessidade de se construírem mais duas novas unidade de abate. Em causa estão dificuldades de sobrevivência das unidades face à redução do número de animais para abate, que já está a afetar os equipamentos em funcionamento, situação confirmada pelos criadores.

Estão previstas duas novas unidades de abate: a do Planalto Mirandês, a construir em Sendim, em Miranda do Douro, e que vai substituir a atual localizada na cidade, e outra em Mogadouro. "A distribuição dos abates deverá ser ainda maior", estimou o presidente da Câmara de Bragança, Hernâni Dias, sublinhando que se trata da lei da oferta e da procura. "Se houver mais matadouros, tendencialmente enfraquecem os que já existem, numa altura em que o número de animais está em decréscimo".

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