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Equipa da VMER de Castelo Branco está há 17 anos em contentores

Equipa da VMER de Castelo Branco está há 17 anos em contentores

Emergência Médica, médicos e enfermeiros fazem 72 horas de serviço para assegurar turnos.

Quando, em 2005, o antigo ministro da Saúde, Luís Filipe Pereira, apadrinhou o protocolo entre o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) que cedeu a viatura, e o Hospital Distrital de Castelo Branco, que disponibilizou instalações, ninguém imaginava que a equipa ficasse até hoje nos dois contentores improvisados para a função. Havia já equipamentos idênticos em Vila Franca de Xira, entretanto replicados em cidades do interior, como na Covilhã por exemplo, mas sempre na perspetiva de, no futuro, as unidades de saúde alocarem outro espaço ao serviço.

"Logo na altura se entendeu que seria uma situação provisória porque naquele momento só se pensava em agilizar a emergência médica e reanimação móvel", disse ao JN um elemento da equipa que preferiu não ser identificado. Já o diretor da VMER em causa, João Frederico, lamentou que os políticos "façam como as abelhas que vão a todas as colmeias", interior do país incluído, sem que o problema seja resolvido. "Estamos naquela situação do definitivamente provisório", ironizou o médico intensivista.

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