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Futuro da Dielmar decidido em janeiro

Futuro da Dielmar decidido em janeiro

O futuro da Dielmar, fábrica de confeções de Alcains, em Castelo Branco, será decidido em janeiro com a realização da assembleia de credores que votará as propostas que forem apresentadas ao gestor de insolvência, João Gonçalves, até ao próximo dia 20, em carta fechada e com caução, num montante que se desconhece.

O desfecho da empresa têxtil, que pediu insolvência a 30 de julho e que fechou com a aprovação pelos credores a 10 de novembro, foi adiado pelo juiz do processo ao determinar o alargamento do prazo, no máximo de 90 dias, para que os interessados na retoma laboral pudessem apresentar propostas.

É que na reunião de credores de novembro, após decidido o encerramento, o Grupo Valerius apresentou um projeto de viabilização, trabalhado com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), no valor de 250 mil euros, para adquirir a marca, empregar 200 pessoas (preferencialmente ex-trabalhadoras e inscritas no Centro de Emprego) e ficar com as matérias-primas. "Uma proposta válida por 30 dias", indicou na altura o chefe de operações do grupo, Nuno Marques. Nos dias seguintes, dois proponentes, que já estiveram nesta corrida aquando do processo de insolvência, pediram abertura de prazo para que outros interessados pudessem entrar na corrida.

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