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Agricultor lesado pelo Estado em greve de fome

Agricultor lesado pelo Estado em greve de fome

Empresário em protesto pela terceira vez reclama apoios para recuperar quinta de amoras em Idanha-a-Nova.

O empresário agrícola de Idanha-a-Nova, que trava uma luta judicial com o Estado há oito anos, começou, esta quinta-feira, pela terceira vez, uma greve de fome em frente à residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento. Luís Dias, que exige apoio financeiro para recuperar a sua produção de amoras destruída por uma tempestade em 2017, voltou a protestar após oito meses à espera de uma solução prometida por António Costa em janeiro. O agricultor nunca recebeu a ajuda do Estado a que tinha direito e tem prejuízos que ascendem aos quatro milhões de euros.

À chegada a São Bento para mais uma greve de fome, Luís Dias não foi bem recebido. Inicialmente, a PSP impediu-o de permanecer no jardim junto à Assembleia da República com o argumento de que estaria a 100 metros da residência do primeiro-ministro. Só depois de Luís insistir que não estaria a violar a lei, a polícia voltou atrás e autorizou-o a montar a tenda onde permanecerá até ter uma resposta do chefe de Estado. "Fico aqui até o primeiro-ministro cumprir o acordado ou acontecer o pior", disse ao JN.

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