Degradação

Estudantes denunciam más condições no edifício da Associação Académica de Coimbra

Estudantes denunciam más condições no edifício da Associação Académica de Coimbra

Membros das secções culturais querem intervenção da Reitoria no edifício.

Os estudantes pertencentes às Secções Culturais da Associação Académica de Coimbra (AAC) alertam para a degradação do edifício, apontando que este não oferece condições de segurança e dignidade a quem o frequenta. A Direção-Geral da AAC assegura que a situação está a ser tratada.

Casas de banho fechadas, sistemas elétricos instáveis e falta de saídas de emergências são as maiores queixas apontadas pelos membros das secções. "Não é uma questão de luxo, é uma questão de segurança e dignidade. Este edifício é Património Mundial da UNESCO e não é intervencionado há mais de 10 anos", aponta o presidente da Rádio Universidade de Coimbra, Tomás Cunha.

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Miguel Santos, vogal do Conselho Cultural da AAC, destaca que o edifício data da década de 1960, altura em que a Academia de Coimbra vivia outro contexto. "Tínhamos muito menos alunos e muito menos secções, o edifício está dimensionado para esses tempos", sublinha. Revela ainda que, com o encerramento de outras instalações, nas antigas Cantinas Verdes, houve secções que ficaram sem salas.

Contactado pelo JN, o presidente cessante da AAC, Daniel Azenha, assegura que a Academia e a Reitoria estão a trabalhar na requalificação do espaço. "Como é Património da UNESCO, há dificuldades inerentes à intervenção. Mas a Reitoria tem um gabinete a tratar dessa situação", assegura. O JN não conseguiu, em tempo útil, obter uma reação da Reitoria.

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