Óbito

Banhista morre em praia fluvial sem vigilância em Coimbra

Banhista morre em praia fluvial sem vigilância em Coimbra

O corpo do banhista que desapareceu, esta sexta-feira, nas águas do rio Mondego, na praia fluvial do Rebolim, em Coimbra, foi resgatado sem vida ao início da noite.

O alerta para o desaparecimento foi dado às 18.30 horas, depois de o homem ser visto a pedir ajuda, já muito próximo da margem esquerda do rio. Seria localizado, já cadáver, por uma equipa de mergulhadores dos Bombeiros Sapadores de Coimbra (BSC), cerca de uma hora e meia depois.

A praia fluvial em questão fica por detrás do Polo II da Universidade de Coimbra e tem sido frequentada por centenas ou milhares de pessoas, em dias de calor, mas não é vigiada por nadador salvador.

Após o resgate da vítima mortal, o comandante dos BSC, Paulo Palrilha, informou que o corpo da vítima foi localizado "mais ou menos na zona" onde teria desaparecido. É uma zona do rio com pé, praticamente sem corrente, informou ainda o comandante dos bombeiros.

No local comentava-se que o homem, que ainda acenou a pedir ajuda antes de desaparecer, ter-se-á sentido mal. A autópsia ao cadáver poderá vir a esclarecer a causa da morte.

Pelas 21 horas desta sexta-feira, a vítima mortal ainda não tinha sido identificada. Segundo os elementos recolhidos no local, terá cerca de 60 anos e usava bigode.

Os únicos objetos que terá deixado na margem direita do rio, antes de entrar na água, foram uns calções, um boné, um relógio e sapatilhas, informou o comandante dos Sapadores de Coimbra.

O facto de não ter aparecido chave de nenhum veículo junto daqueles objetos poderá significar que o homem se deslocou para o local a pé e moraria perto do Rebolim.