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Sobreviver a naufrágio é como trauma de "guerra"

Sobreviver a naufrágio é como trauma de "guerra"

Pescadores conhecem os sustos à saída da barra da Figueira da Foz, onde no sábado morreram quatro amigos. O assoreamento dificulta a navegação.

Passaram 14 anos e, na memória de Luís Dias, de 72, o tempo só amenizou a dor. Mas não fez esquecê-la. Nota-se bem nos seus olhos, quando recorda o dia 19 de março de 2007. Foi o único sobrevivente de um naufrágio que matou dois pescadores, no braço sul do rio Mondego, na Figueira da Foz. No rescaldo do acidente que no sábado matou quatro pescadores lúdicos, na mesma cidade, mas no mar, Luís diz que o trauma de não ter conseguido salvar os amigos "não sai nunca". "É como a guerra".

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