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Pai e filha feridos com gravidade em explosão seguida de incêndio em Penacova

Pai e filha feridos com gravidade em explosão seguida de incêndio em Penacova

Uma explosão seguida de incêndio num apartamento em Penacova, no distrito de Coimbra, provocou dois feridos graves, pai e filha, e um ligeiro, esta segunda-feira de manhã.

Tudo indica que a violenta explosão que teve lugar num apartamento do terceiro andar de um prédio, no sítio de Penedo Raso, ao cimo da vila de Penacova, se deveu a uma fuga de gás. Este é canalizado para as habitações a partir de botijas instaladas num pátio exterior, no piso térreo.

A explosão deu-se por volta das 9.30 da manhã desta segunda-feira. Inicialmente, os Bombeiros Voluntários de Penacova deram conta de apenas um ferido grave, um homem de 48 anos, mas, após nova avaliação, o comandante da corporação, António Simões, informou que a filha daquela vítima, de 22 anos, também sofrera queimaduras graves.

O homem de 48 anos tem queimaduras de 2.º e 3.º graus em 90% do corpo, encontrando-se "ventilado e com prognóstico reservado", adiantou, esta terça-feira fonte do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC).

O ferido ligeiro é a mãe e esposa das vítimas mais graves, Sílvia Barreto. Trata-se de uma enfermeira, de 46 anos, que trabalha no CHUC, para onde, aliás, foram transportados os feridos. Mas, mais tarde, a filha terá sido transferida para o Hospital da Prelada, no Porto.

A vítima do sexo masculino foi identificada como Francisco Costa, empresário que detém a concessão das piscinas municipais de Penacova, e a filha é Micaela Costa.

O prédio onde se deu o incidente faz parte de um bloco com 22 apartamentos. Vários deles, mas em número ainda indeterminado, sofreram danos, devido à grande violência da explosão.

A explosão foi de tal modo forte que rebentou com a parede exterior da parte de trás do apartamento, num ponto onde, segundo as fontes ouvidas no local, fica um quarto. Um familiar das vítimas aventou, ao JN, que teria havido uma acumulação de gás, na caixa de ar das paredes exteriores.

O impacto da explosão também provocou a queda de fragmentos de parede e outros materiais, que danificaram vários automóveis estacionados à frente e atrás do prédio.

Por outro lado, a explosão deu ainda origem a um incêndio, que alastrou e destruiu praticamente todo o apartamento da família de Francisco Costa e Sílvia Barreto.

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