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Residentes obrigados a deixar Parque de Campismo de Quarteira "sem sítio para ir"

Residentes obrigados a deixar Parque de Campismo de Quarteira "sem sítio para ir"

Cerca de 20 famílias que têm residência permanente no Parque de Campismo de Quarteira estão a ser obrigadas a abandoná-lo até dia 15 de abril. A Orbitur, empresa que gere o espaço, foi notificada de que tinha de entregar o terreno ao proprietário - um fundo imobiliário - até essa data, mas garante que está "a fazer tudo" para tentar alargar o prazo, devido ao Estado de Emergência em vigor.

Esta é uma história com vários capítulos e vicissitudes e que importa contar desde o início. Tudo começou, em 2008, com a compra, à Orbitur, do terreno onde funciona o Parque de Campismo, por parte do Fundo Especial de Investimento Imobiliário Fechado - Invesfundo VII, do grupo Novo Banco. O objetivo seria implementar aí um resort chamado "Quinta do Oceano", com 9,7 hectares e um total de 499 fogos, localizados em prédios de dois ou seis andares, incluindo um aparthotel, e albergando um total de 1831 habitantes. O projeto esteve anos na gaveta, apesar de ter obtido uma avaliação de impacte ambiental favorável, mas condicionada, datada de fevereiro de 2018. Ou seja: tudo estava pronto para avançar.

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