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Depois de medronho e água, agora também vai haver vinho em Monchique

Depois de medronho e água, agora também vai haver vinho em Monchique

Monchique é conhecida pelo medronho e pela água, mas pode também vir a ser conhecida pelo vinho. O empresário Carlos Gracias, que vai lançar no mercado, daqui a cerca de um ano, o "Terraços da Fóia", acredita que isso pode acontecer.

Foi em dia de vindima que se foi à Quinta de São Francisco, na encosta Norte da Fóia, para acompanhar a colheita das uvas da casta tinta-roriz, que vai dar origem às primeiras garrafas do "Terraços da Fóia" tinto, produzido pela empresa Sul Composto.

A vinha já existia, mas "foi danificada pelo fogo de 2018", conta Carlos Gracias. Então, os proprietários, "que foram os primeiros exploradores, abandonaram-na. O engenheiro Manuel Romão ficou com os direitos desta vinha, mas a exploração ficou a nosso cargo. É uma parceria em associação com a família Semedo, o engenheiro Manuel Romão e a Sul Composto".

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