Santa Cruz

Maioria das vítimas do acidente na Madeira não levava cinto de segurança

Maioria das vítimas do acidente na Madeira não levava cinto de segurança

No autocarro que na quarta-feira se despistou na Madeira seguiam 53 pessoas. A maioria das vítimas saiu projetada do veículo no momento do incidente e não levaria cinto de segurança.

O despiste do autocarro em Santa Cruz, na Madeira, fez, até ao momento, 29 mortos. Todos de nacionalidade alemã, turistas que estavam de férias na ilha da Madeira. A estes números somam-se 28 feridos, sendo que 17 permanecem internados.

Em declarações à RTP Madeira, António Brasão, Coordenador do Serviço de Emergência Médica da região, disse que a maioria das vítimas do acidente saiu projetada do autocarro.

"Apenas cinco pessoas, contando com o motorista, estavam no autocarro", adiantou. "Todas as outras pessoas estavam fora. Foram projetadas. Penso que não levavam os cintos de segurança", sublinhou

Dois feridos continuam na Unidade de Cuidados Intensivos

Dois dos feridos continuam internados na Unidade de Cuidados Intensivos, de um total de 16 que continuam no hospital do Funchal. "Temos dois doentes internados na Unidade de Cuidados Intensivos, três doentes internados na Unidade de Cuidados Cirúrgicos Intermédios, os restantes encontram-se em enfermarias normais", disse Miguel Reis, adjunto da Direção Clínica do Hospital dr. Nélio Mendonça.

Não há vítimas em risco de vida e portugueses estão "estáveis"

Os dois feridos portugueses no acidente com um autocarro turístico na Madeira "estão estáveis" e não há vítimas em risco de vida, garantiu esta quinta-feira, o Governo.

Falando aos jornalistas pouco minutos depois de aterrar na ilha da Madeira, o ministro Augusto Santos Silva afirmou que a informação de que dispunha é que "não há nenhuma pessoa em risco de vida neste momento".

Imobusiness