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Camião com cinco bombeiros capota em Celorico da Beira

Camião com cinco bombeiros capota em Celorico da Beira

Três bombeiros ficaram feridos com gravidade e outros dois sofreram ferimentos ligeiros, num acidente que aconteceu esta quinta-feira, durante o combate ao incêndio que lavra em Celorico da Beira.

Cinco elementos dos Bombeiros de Loures ficaram feridos, três deles com gravidade, na sequência do capotamento do veículo de combate a incêndios no qual seguiam, esta quinta-feira, em Celorico da Beira. O acidente terá acontecido durante o combate ao fogo que começou a lavrar, no sábado, na Covilhã, estendendo-se nos dias seguintes aos concelhos vizinhos, nomeadamente ao concelho de Celorico da Beira (Guarda), sendo a situação mais complicada na freguesia de Carrapichana.

"Terá havido um capotamento lateral. As circunstâncias em que o mesmo aconteceu serão posteriormente analisadas", segundo o comandante da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Miguel Cruz. Os feridos foram transportados para as unidades hospitalares da Guarda e de Viseu.

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Segundo fonte dos Bombeiros de Loures, as vítimas do capotamento tinham saído na quarta-feira do quartel da corporação a que pertencem, para integrarem o Grupo de Reforço para Incêndios Florestais 11 de Lisboa, com destino ao teatro de operações de Garrocho, na Covilhã. "Apenas sabemos que dois dos nossos bombeiros sofreram ferimentos graves e três leves. O nosso comandante está, neste momento, a deslocar-se para o local para acompanhar a situação", adiantou, ao JN, a mesma fonte.

Às 18.30 horas, a combater o incêndio da Covilhã - que se mantém ativo e que já se estendeu aos concelhos de Manteigas, Guarda, Gouveia e Celorico da Beira - estavam 1593 operacionais, apoiados por 491 veículos terrestres e nove meios aéreos.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara de Celorico da Beira, Carlos Ascensão, adiantou que o fogo entrou no concelho através de um reacendimento, que aconteceu esta quinta-feira, a meio da manhã. A situação que tem estado a merecer mais preocupação, por parte da Proteção Civil, é a da freguesia de Carrapichana.

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