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Mais de 200 bombeiros no combate ao fogo de Gouveia

Mais de 200 bombeiros no combate ao fogo de Gouveia

Mais de 200 operacionais combatiam às 00.30 desta sexta-feira o incêndio de Gouveia, na Serra da Estrela, o único fogo ativo em Portugal que reunia mais preocupações, e o combate evoluía favoravelmente, segundo a Proteção Civil.

Fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) adiantou à Lusa que os trabalhos "estão a correr favoravelmente" e que apenas 30% do flanco esquerdo está ativo, estando o restante dominado.

"Esperamos que nas próximas horas, durante a noite, seja dado por dominado por completo o incêndio. Há apenas uma pequena parte de uma frente ativa", realçou, num balanço à Lusa pelas 00.15.

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O fogo deflagrou pelas 15.41 de quinta-feira em Nabais, concelho de Gouveia, distrito da Guarda, no Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE).

Segundo a página oficial da Internet da ANEPC, pelas 00:30 mantinham-se no terreno 229 operacionais, apoiados por 67 viaturas.

O vice-presidente Câmara Municipal de Gouveia, Jorge Ferreira, explicou à Lusa que o fogo obrigou à evacuação do parque de campismo do Curral do Negro por precaução.

Também na Serra da Estrela, o fogo que desde 06 de agosto atingiu concelhos dos distritos da Guarda e Castelo Branco, já dominado, mobilizava ainda no terreno 832 bombeiros, com 288 meios terrestres.

Os seis municípios abrangidos pelo Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE), Guarda, Covilhã, Celorico da Beira, Gouveia, Seia e Manteigas, exigiram esta quinta-feira que seja decretado "estado de calamidade", devido ao incêndio que atinge a região, e apoios imediatos para colmatar prejuízos de "centenas de milhões de euros".

Pelas 00.30, os restantes fogos ativos em Portugal continental, que começaram todos a partir das 22.30 de quinta-feira, mobilizavam poucos operacionais no terreno.

O presidente da República afirmou que esta hoje serão anunciadas as medidas para os próximos dias devido ao risco de incêndio e alertou que as próximas duas semanas se preveem difíceis.

De acordo com Marcelo Rebelo de Sousa, se for preciso adotar mais medidas caso as circunstâncias evoluam negativamente, "quem tem de as adotar não deixará" de o fazer.

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