Incêndio

"Três ignições em simultâneo" na reativação do fogo na serra da Estrela

JN/Agências

A reativação que se verificou segunda-feira teve origem em "três ignições em simultâneo"

Foto Nuno AndrÉ Ferreira/lusa

O incêndio na serra da Estrela está a ser combatido por mais de mil operacionais, apoiados por mais de três centenas de viaturas.

O incêndio, cujo primeiro alerta foi dado na madrugada do dia 6, mas que reativou na segunda-feira, atinge os municípios de Manteigas, Covilhã e da Guarda e era o único grande fogo ativo em Portugal continental às 4.30 horas, segundo o site da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

O último ponto da situação realizado pelo comandante nacional da proteção civil, na noite de segunda-feira, indicava que as chamas estavam a lavrar com uma "intensidade elevada", registando um "comportamento violento".

A reativação que se verificou segunda-feira do incêndio na serra da Estrela teve origem em "três ignições em simultâneo no Vale da Amoreira", em Manteigas, distrito da Guarda, "com expansão para os concelhos da Covilhã [distrito de Castelo Branco] e da Guarda", adiantou André Fernandes.

Este incêndio, além de atingir o concelho da Covilhã, chegou a Manteigas, Gouveia, Guarda e Celorico da Beira, queimando um total superior a 14 mil hectares, segundo dados provisórios.

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