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Concurso para explorar hotel na Guarda sem interessados

Concurso para explorar hotel na Guarda sem interessados

Ainda não foi desta que apareceram investidores interessados na exploração do Hotel Turismo da Guarda. O concurso que decorreu até ao passado dia 23 ficou deserto e o prazo de apresentação de propostas foi alargado até 21 de fevereiro de 2022.

"Os investidores interessados terão um prazo de 120 dias para apresentação de propostas", informou o Turismo de Portugal, que desde 2010 detém o imóvel.

Apesar de novo desaire, o instituto proprietário de um dos edifícios mais emblemáticos da região mantém a expectativa de que surjam investidores que efetuem quer "a recuperação do imóvel quer a sua valorização através da exploração turística", frisou em comunicado.

De acordo com o anúncio do concurso que decorre no âmbito do programa "Revive" e sob a tutela da Direção-Geral do Tesouro, o imóvel, que a Câmara da Guarda vendeu há 11 anos ao Estado, será concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos.

Depois de um primeiro concurso para venda do edifício que também ficou deserto, o seguinte de exploração foi ganho por um consórcio formado por duas empresas do Grupo Manuel Rodrigues Gouveia com sede em Coimbra.

O contrato foi assinado, mas acabou revogado em julho deste ano, meses depois das empresas recorrerem a tribunal para viabilizarem um plano especial de revitalização empresarial.

Nessa altura, foi aberto o terceiro concurso, que voltou a ficar deserto e cujo prazo foi alargado.

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O presidente da Câmara da Guarda, que já manifestou interesse em ver revogado o negócio que a Autarquia celebrou com o instituto em 2010, mantém a posição, mas diz que vai aguardar até ao final do novo prazo para propostas.

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