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Onze anos à espera de solução para hotel histórico da Guarda

Onze anos à espera de solução para hotel histórico da Guarda

O calvário arrasta-se desde que em 2010 o Turismo Portugal comprou o edifício do Hotel à Câmara da Guarda, para abrir uma escola de hotelaria que nunca saiu do papel.

Desde então que o edifício do final dos anos quarenta do século passado entrou em processo de degradação e abandono. Há, entre outras coisas, portas e janelas partidas, vidros no chão e peças de mobiliário irrecuperáveis que não passam de entulho. Sobra a estrutura de granito, consolidada durante os 12 anos de construção de 1938 a 1946. No exterior, a piscina está cheia de lixo e o terreno envolvente também não tem qualquer manutenção tal é a preponderância de ervas, mato e resíduos de plástico e outros materiais.

"É de meter dó", diz Alberto Videira, o antigo subdiretor que trabalhou na casa durante 42 anos e que pertenceu à leva do despedimento coletivo que há mais de 11 anos mandou 20 funcionários para o desemprego. "Era um corredor de políticos e de empresários de primeira água e chegou a ser considerado, a seguir ao Ritz, um dos melhores hotéis do país", recordou ainda Alberto Videira.

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