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Feira de Leiria cresce para maior segurança

Feira de Leiria cresce para maior segurança

James Morrison e Gabriel O Pensador são cabeças de cartaz.

Após dois anos de interregno, devido à pandemia, a centenária Feira de Leiria, tradicionalmente designada por Feira de Maio, vai voltar, com um recinto mais espaçoso, para assegurar o reforço das condições de segurança, e preparado para acolher meio milhão de pessoas. A realizar de 30 de abril a 29 de maio, o evento contará com 230 expositores, 27 equipamentos de diversão, 11 dias de concertos e uma forte aposta na gastronomia

"Será o grande evento do ano", promete o presidente da Câmara, Gonçalo Lopes, assegurando que as questões de saúde estão no "total garantidas", com a adoção de "cuidados redobrados ao nível da circulação de pessoas", com corredores "mais amplos". Para tal, o alojamento dos feirantes foi deslocado para fora do recinto, com as caravanas a serem instaladas num terreno localizado numa das entradas da cidade.

Edição com novidades

Com essa mudança, a feira ganhou "mais seis mil metros quadrados", o que permitiu também transferir a exposição de atividades económicas do estádio para o "coração" do recinto. Outra das novidades é o espaço gamming, bem com o reforço da importância dos produtos endógenos, com o espaço Leiria Cozinha, onde todos os fins de semana haverá uma iguaria regional em destaque,

Quanto ao cartaz de concertos será o mesmo anunciado para 2020, com o palco do estádio municipal a receber as atuações de James Morrison, Pedro Abrunhosa e Gabriel o Pensador, entre outros artistas. Fora do Magalhães Pessoa, no palco instalado no recinto da feira, haverá 11 dias de concertos. Linda Martin, Syro, Quim Barreiros e Herman José são alguns dos nomes que irão atuar.

Feirantes contestam

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No final da apresentação do programa da Feira de Maio, o presidente da câmara foi confrontado por mais de uma dezena de feirantes, que habitualmente exploram as rulotes das farturas e snacks, que contestam o preço base fixado para o concurso para a atribuição de lugares (6.000 euros, acrescidos de IVA).

Os feirantes alegam que, após dois anos de paragem da atividade, por causa da pandemia, e agora com a escalada dos preços, consideram que se trata de um valor "demasiado alto". Lembraram ainda que há municípios que tiveram esses fatores em consideração e que reduziram os valores, dando como exemplo Aveiro, onde a câmara baixou os preços "em 50%".

O autarca respondeu que "as regras estão definidas" e que não podem se mudadas nesta fase, mas assegurou que a câmara será "tolerante" e permitirá o pagamento faseado.

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