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Insegurança no centro da campanha eleitoral na Amadora

Insegurança no centro da campanha eleitoral na Amadora

A falta de segurança tem sido um dos temas quentes da campanha eleitoral na Amadora, o nono concelho do país com maior insegurança e criminalidade. É neste ponto que as principais candidatas mais divergem.

Suzana Garcia, que se candidata pela coligação Dar Voz à Amadora (PSD/CDS/Aliança/MPT/PDR), tem insistido que a solução para um dos principais problemas do município passará, entre outras medidas, por um reforço do policiamento. Promete triplicar o número de agentes da Polícia Municipal e criar condições de trabalho dignas para esta classe profissional. Carla Tavares, atual presidente da Câmara, à qual se recandidata pelo PS, tem desvalorizado o problema da insegurança, que considera ser "muitas vezes empolado".

"Temos desafios nesta matéria como têm todas as cidades", disse este mês num debate. Afirmação recebida com surpresa por Suzana Garcia, que acusou a principal adversária de "desonestidade intelectual". "Temos de olhar para as estatísticas e ver o que elas nos indicam. Odivelas também é suburbana e tem 18% de criminalidade, menos 10% que a Amadora (27%). A Amadora conseguiu o feito histórico de ter um aumento de criminalidade na pandemia", reagiu a candidata da coligação de direita.

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