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Centro Hospitalar Lisboa Central generaliza testes à covid-19 a todos os profissionais

Centro Hospitalar Lisboa Central generaliza testes à covid-19 a todos os profissionais

Os mais de nove mil profissionais dos seis hospitais que integram Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central (CHULC) têm a partir de segunda-feira uma plataforma informática em que se podem inscrever para fazer o teste à covid-19.

"Sempre que o desejem e desde que respeitem um intervalo mínimo de 14 dias entre testagens, os profissionais do CHULC podem inscrever-se, acedendo à plataforma da intranet criada para o efeito", refere o centro hospitalar em comunicado, salientando que é a primeira aplicação deste tipo nas unidades de saúde do país.

Podem aceder à plataforma informática de inscrição no rastreio ao SARS-CoV-2 todos os seus profissionais (9.176) generalizando assim os testes à covid-19, em conformidade com as orientações da autoridade de saúde, refere o CHULC, que engloba os hospitais de São José, Santo António dos Capuchos, Santa Marta, Curry Cabral, Hospital de Dona Estefânia e Maternidade Alfredo da Costa.

Cinco salas de rastreio nos seis polos que constituem o centro hospitalar passam a estar abertas para a realização dos testes de pesquisa de antigénio.

Após a inscrição para efetuar o teste, os profissionais devem dirigir-se, conforme agendamento, ao local escolhido, sendo os resultados apurados no Laboratório de Patologia Clínica do CHULC e comunicados diretamente aos interessados.

No CHULC trabalha 9.176 profissionais, dos quais 7106 já foram vacinados. 5263 já têm as duas doses e 1815 levarão a 2.ª dose em maio, disse à agência Lusa uma fonte do centro hospitalar.

"Não foram vacinados profissionais ausentes, nem profissionais de áreas não assistenciais", adiantou a mesma fonte do centro hospitalar.

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Até ao momento, houve 1154 profissionais infetados com o vírus SARS-CoV-2, que provoca a doença covid-19.

O Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central recebeu o primeiro doente com covid-19 no dia 3 de março de 2020 e um ano depois tinha tratado 3316 doentes, 313 dos quais crianças e jovens.

Dos 3.316 doentes que foram acompanhados no centro hospitalar até ao passado dia 28 de fevereiro, 656 estiveram internados em unidades de cuidados intensivos, entre os quais três crianças que receberam estes cuidados no hospital pediátrico D. Estefânia.

Durante este período morreram 629 pessoas, entre elas uma criança, vítimas da infeção pelo vírus SARS-CoV-2, e 222 estavam em unidades de cuidados intensivos.

O número máximo de doentes internados com covid-19 foi registado no passado dia 7 de fevereiro, totalizando 346, e o máximo de camas abertas foi alcançado no dia seguinte.

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