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Marcelo visita Alcântara, lamenta morte e aponta falta de "obras estruturais"

Marcelo visita Alcântara, lamenta morte e aponta falta de "obras estruturais"

O presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa lamentou a morte de uma mulher devido às inundações no distrito de Lisboa, destacando a necessidade de serem realizadas "obras estruturais" para o escoamento de águas.

"Estava fora de Lisboa e fiquei surpreendido. O problema é mais vasto do que Lisboa, mas em Lisboa, ao final da tarde, início da noite, percebi que a situação estava mais grave", sublinhou o chefe de Estado, em declarações aos jornalistas na zona de Alcântara, ao início da madrugada desta quinta-feira.

Marcelo Rebelo de Sousa endereçou os sentimentos à família da mulher que morreu na noite de quarta-feira em Algés, no concelho de Oeiras, devido à inundação da sua habitação, situada numa cave.

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O chefe de Estado sublinhou também que as inundações devido às chuvas fortes que atingiram Lisboa mostram a necessidade de serem realizadas "obras estruturais".

Também presente em Alcântara, o presidente da câmara, Carlos Moedas, salientou que foi aprovada esta quarta-feira em Assembleia Municipal de Lisboa a "obra dos túneis de drenagem".

"Fala-se desta obra há 20 anos. Vai começar em março e vamos evitar estas cheias de uma vez por todas. Estará pronta em 2025 e são dois túneis, um de Campolide até Santa Apolónia e outro entre Chelas e o Beato", explicou o autarca, em declarações aos jornalistas.

Carlos Moedas fará um balanço das inundações na cidade numa conferência, esta quinta-feira, às 10 horas.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) elevou o estado de alerta para laranja nos distritos de Lisboa, Setúbal, Faro e Santarém até às 14 horas devido às chuvas fortes que se fazem sentir.

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