Lisboa

Reformado afinal tinha razão sobre sarjetas no Marquês

Reformado afinal tinha razão sobre sarjetas no Marquês

As chuvas mais intensas que estão a ocorrer em Lisboa revelaram, esta quinta-feira, que o reformado que interpelou o presidente da Câmara, António Costa, há três meses, aquando da inauguração do novo sistema de circulação rodoviária no Marquês de Pombal tinha razão: parte da rotunda transformou-se num enorme rio.

Na manhã de 10 de Setembro, Luís Garcia, um reformado de 74 anos, acusou os técnicos municipais de não terem planeado sarjetas na intervenção que ali foi realizada, tendo levado a diretora camarária a admitir tal falha. Nem 24 horas depois, o cenário foi corrigido.

Contudo, apesar do alerta ser mais amplo, a autarquia apenas agiu onde o idoso apontou aos autarcas e à comunicação social naquela manhã: as bermas junto ao edifício do Instituto Camões. Do outro lado, junto ao Hotel Flórida ficou tudo igual. E o vaticínio concretizou-se, com uma enxurrada a subir a berma direita da Avenida da Liberdade, no sentido ascendente.

As obras no Marquês inserem-se no novo sistema de circulação do eixo da Avenida da Liberdade/Marquês de Pombal, que está em fase de testes até final do ano, com um custo de 750 mil euros.

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