Massamá

Câmara de Sintra realoja casal do prédio afetado por fogo

Câmara de Sintra realoja casal do prédio afetado por fogo

Um casal residente no prédio de Massamá, afetado esta quinta-feira por um incêndio que provocou quatro feridos, vai passar a noite numa unidade hoteleira.

"Um casal que reside no último andar vai ficar num hotel, enquanto todas as outras pessoas ficaram em casa de amigos e familiares", afirmou à agência Lusa uma fonte oficial da Câmara de Sintra.

A mesma fonte acrescentou que, na sexta-feira, vai ser realizada uma vistoria ao edifício pelo Serviço Municipal de Proteção Civil para avaliar as condições de habitabilidade do imóvel.

"Inicialmente pensava-se que seria preciso realojar quatro pessoas, mas posteriormente apenas um casal não conseguiu encontrar alternativa à sua habitação", explicou a fonte camarária.

O edifício na Rua Isabel Mira, em Massamá, possui 18 apartamentos, ocupados por 25 moradores.

Segundo adiantou à Lusa o comandante dos Bombeiros Voluntários de Queluz, Hugo Neves, o último andar do edifício não terá sido afetado pelas chamas, mas todo o imóvel ficou desocupado para a conclusão do rescaldo e realização de uma limpeza de todo o prédio.

No edifício com três andares e cave deflagrou, pelas 17 horas, um incêndio num apartamento do primeiro piso da entrada, mas que cerca de uma hora depois se encontrava dominado, informou fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Lisboa.

O sinistro provocou três feridos ligeiros, por inalação de fumo, encaminhados para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, e uma mulher, de 39 anos, sofreu um traumatismo grave.

A moradora ficou ferida após ter saltado de uma janela, no andar por cima do apartamento em chamas, e foi transportada para o Hospital de São José, também em Lisboa.

O comandante Hugo Neves desconhecia as causas do fogo, que deverão ser objeto de investigação, incluindo para confirmar o ponto de origem das chamas.

O incêndio foi combatido por 29 operacionais e 10 viaturas, das corporações de Queluz, Belas, Cacém e Barcarena, com o apoio de elementos da PSP, do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e da Serviço Municipal de Proteção Civil de Sintra.