Confinamento

Livros chegam a casa dos munícipes em Amarante e Baião

Livros chegam a casa dos munícipes em Amarante e Baião

A Biblioteca Municipal de Amarante Albano Sardoeira vai passar a disponibilizar "Livros à Porta" a quem a partir de 1 de março os pedir. Em Baião, colaboradores da biblioteca vão passar a ler "histórias" pelo telefone aos mais idosos. Ambas as medidas pretendem mitigar os efeitos do confinamento em tempo de pandemia.

Na terra de Teixeira de Pascoaes, Amarante, os interessados em receber livros em casa podem consultar o catálogo bibliográfico da BMAS on-line, que conta com quase 45 mil referências, e fazer o pedido através do e-mail (biblioteca@cm-amarante.pt) com os seguintes dados: nome, número telefónico, morada e o(s) títulos do(s) livro(s) pretendidos, o autor e a cota. Cada pessoa pode requerer até três livros e tê-los em sua posse por um período de 15 dias.

"Após receção do e-mail, os serviços da biblioteca entram em contacto com o requisitante para agendar o dia e a hora da entrega do(s) livro(s) em casa. Após a devolução todos os livros são higienizados e colocados em quarentena, para segurança dos leitores", garante fonte municipal.

Já na terra que seduziu Eça de Queiroz, em Baião, o novo projeto designado por "Conta Comigo: Leitura à distância de uma chamada" vai estar disponível todos os dias, até às 21 horas, incluindo aos fins de semana.

"A partir de agora, os baionenses podem ouvir novas histórias e relembrar outras através de uma simples chamada telefónica realizada por colaboradores da biblioteca municipal", explica fonte autárquica de Baião.

As inscrições e o agendamento devem ser feitos através da Biblioteca Municipal de Baião, pelo email biblioteca@cm-baiao.pt ou pelo telefone 255 540 562.

Para formalizar o pedido é necessário fornecer o nome, a idade e o telefone de contacto para o qual deve ser feita a chamada. Deve ser ainda indicado o dia e hora para o contacto.

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"Este período de confinamento está a colocar os mais idosos numa situação maior de isolamento e de solidão, pelo que foi necessário contrariar esta questão", refere a vereadora da Cultura, Anabela Cardoso

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