Incêndios

Limpos 75 hectares de floresta em Baião

Limpos 75 hectares de floresta em Baião

As limpezas florestais previstas no Plano Municipal de Baião de Defesa da Floresta Contra Incêndios já chegaram a 75 hectares de floresta.

Os funcionários municipais limparam, até ao momento, cerca de cinco hectares junto ao perímetro da Zona Industrial e 11 hectares nas faixas de gestão de combustível adjacentes às redes viárias das Serra de Aboboreira e de Matos, informou a Autarquia baionense, que gere a maior mancha verde do distrito do Porto.

A Brigada de Sapadores Florestais da Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM - TS), que dá apoio aos 11 municípios que a integram, procedeu a ações de fogo controlado em 46,74 hectares da Serra do Castelo de Matos, com o apoio dos Bombeiros de Baião e de Santa Marinha do Zêzere. Seis hectares foram reservados para as faixas de gestão de combustível adjacentes à rede viária.

Já os Sapadores Florestais da Associação Florestal de Entre Douro e Tâmega (AFEDT) procederam a ações de fogo controlado em cerca de 12 hectares na Serra da Aboboreira, com o apoio das equipas dos Bombeiros de Baião, assim como na rede Primária de Faixas de Gestão de Combustíveis e Plano Intermunicipal de Fogo Controlado para a Serra da Aboboreira, em cerca de cinco hectares.

Por limpar continuam as áreas sob a jurisdição da EDP, REN e IP. A autarquia garante que já pediu às três instituições informações sobre as suas ações de limpeza dentro do perímetro do concelho, mas que até agora não obteve resposta. "Encontramo-nos a aguardar", disse fonte municipal.

Paulo Pereira, presidente da Câmara Municipal de Baião, refere que "apesar do Plano de Contingência devido à pandemia ter reduzido as equipas ao serviço, por forma a proteger a saúde de todos, a Câmara está a tentar cumprir os prazos, 31 de maio, para a limpeza de mato junto à rede viária municipal".

Até 31 de maio de 2020, as Câmaras Municipais garantem a realização de todos os trabalhos de gestão de combustível, podendo substituir-se aos proprietários ou produtores florestais em incumprimento, imputando-lhes os respetivos custos, a que podem acrescer coimas

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