Baião

Quinze anos depois, vão avançar as obras de requalificação da EN 304-3

Quinze anos depois, vão avançar as obras de requalificação da EN 304-3

A Estrada Nacional 304-3, que serve os concelhos de Baião, Amarante, Mesão Frio e Resende, vai ser finalmente requalificada.

A via de cariz regional foi desclassificada em 2005 com a contrapartida de que viesse a ser qualificada mediante a apresentação de uma candidatura, nomeadamente a fundos comunitários".

Porém, até à data, nunca houve financiamento para a prometida reparação. Sê-lo-á agora com um apoio de 1,3 milhões de euros do Orçamento do Estado cabendo à Infraestruturas de Portugal realizar a empreitada.

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"Tantos aqueles que se queixam que o país não desenvolve e não cresce. Se já tivessem feito isto, quando tiveram oportunidade, talvez hoje já estivéssemos melhor. Mas a verdade é que nós estamos a fazer", disse Nuno Santos, na cerimónia protocolar que esta manhã decorreu no salão nobre da Câmara de Baião.

Além da reparação da EN304-3, o ministro reafirmou outros investimentos para a região, caso da ligação de Baião à ponte da Ermida, ligação da variante à EN211 (Soalhães-Mesquinhata) e IC35. "O dinheiro está lá, ninguém o vai mexer, aconteça o que acontecer, seja que Governo for. As obras são para se fazer", garantiu, Pedro Nuno Santos.

Linha do Douro até Barca d´Alva se houver dinheiro

Sobre a linha do Douro, o governante disse ser imperativo que o país olhe de uma vez por todas para a "totalidade da linha que atravessa a região mais bonita do mundo".

"Até ao momento há financiamento até ao Pocinho. No Plano Ferroviário Ferroviário Nacional, que está a ser trabalhado, há a vontade de fazer a continuação da reabilitação da linha até Barca d´Alva . Porém, neste momento, a nossa ambição é superior à disponibilidade financeira. Acho que, à medida que surja essa disponibilidade, deve-se avançar", disse ao JN.

Habitação

Na ocasião, o ministro apadrinhou ainda a assinatura de um segundo protocolo, este relacionado com a estratégia local de habitação com um envelope financeiro de 2,6 milhões de euros que irão possibilitar 73 soluções habitacionais, nesta primeira fase, já que "existem outras intervenções habitacionais que serão alvo de contrato de financiamento direto entre o IHRU e os beneficiários particulares e também com entidades do setor social", explica Paulo Pereira, autarca local. Ao todo prevê-se a beneficiação de 153 agregados habitacionais, abrangendo 291 pessoas, sendo que a programação financeira se iniciará em 2022 e terminará em 2024.

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