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Os polícias de um rio que "era um esgoto e agora tem vida"

Os polícias de um rio que "era um esgoto e agora tem vida"

Guarda-rios fiscalizam o rio Tinto. Focos poluidores têm diminuído. Enguias e outros peixes regressaram, assim como toda uma fauna que há décadas estava desaparecida.

São os guardiões de um rio que, ainda há bem poucos anos, era um verdadeiro esgoto. Quatro homens, todos os dias, percorrem as margens do rio Tinto. Fazem a vigilância para deteção de possíveis focos poluentes junto aos passadiços criados ao longo das margens, em Gondomar e no Porto, e que já envolvem toda uma população na sua preservação. Hoje, o rio tem peixes e recebe a visita de muitas outras espécies habituadas a cursos de água limpa.

"Este é o melhor emprego que me podiam dar. São momentos muito gratificantes. Percorremos as margens, vemos se está tudo em ordem e também fazemos limpeza. Às vezes são as pessoas que, ao fazerem caminhadas por aqui, nos alertam para as anomalias", explica Filipe Silva, que juntamente com os colegas José e Vítor têm a responsabilidade da vigilância das margens no Parque Oriental do Porto.

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