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Rãs, sapos, patos e peixes dão nova vida ao rio Tinto

Rãs, sapos, patos e peixes dão nova vida ao rio Tinto

Projeto que inclui a figura do guarda-rios fez renascer curso de água que já foi considerado dos mais poluídos do país. Vigilância mais apertada permitiu detetar focos de poluição.

Luís Ramos é guarda-rios e todos os dias percorre as margens do Tinto para fazer a vigilância visual e dos odores que deteta fontes e focos de poluição. A figura do guarda-rios foi criada em 2015, no âmbito do Projeto de Valorização do Rio Tinto que a Lipor tinha começado poucos anos antes, para monitorizar a água e reavivar o ecossistema daquele curso fluvial que nasce em Valongo e atravessa Maia e Gondomar até desaguar no Porto.

Cinco anos depois, surgem os resultados: aves, anfíbios e até peixes são já visíveis num rio que chegou a ser considerado um dos mais poluídos de Portugal. Em 2018, registaram-se 300 ocorrências. Durante o ano passado, realizaram-se 1245 inspeções, foram avaliados 3735 parâmetros e registadas 52 ocorrências com maior expressão nos pontos de controlo da "autoestrada" e da Ribeira da Granja - Maia (35% e 29%, respetivamente). O tipo de ocorrência com maior predominância foi a cor (44%).

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